segunda-feira, abril 23, 2007

Descobrimos quem somos no serviço ao nosso semelhante, não a nós próprios

"A nossa humanidade fica diminuída quando não temos missão maior do que nós próprios"
"Descobrimos quem somos no serviço ao nosso semelhante, não a nós próprios."


Bono, o líder da banda rock U2 e activista dos Direitos Humanos, Revista TIME 2 de Abril, 2007.

É muito agradável quando figuras mundiais dizem este tipo de coisas, não por serem melhores ou mais sábios que o cidadão comum, mas porque têm o poder de influenciar esse mesmo cidadão comum.

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“Our humanity is diminished when we have no mission bigger then ourselves”
“We discover who we are in service to one another, not the self”


Bono, the leader of the rock-group U2 and human activist, said this in the TIME Magazine, April 2, 2007.

It’s very pleasant when worldwide known people say these kind of things, not because they are better or wiser than the regular citizen, but because they have the power to influence that same regular citizen.

6 Comentários:

Às 1:16 da tarde , Blogger Sam disse...

Só descobrimos o sentido da nossa vida, na tragédia e na dor e no serviço que prestamos aos demais -- através da obra criada e do amor convertido em acção.

Abraço, companheiro.

 
Às 7:18 da tarde , Blogger João Moutinho disse...

Afinal este blog também avança.

 
Às 7:40 da tarde , Blogger Pedro disse...

avança muito pouco...neste momento até está parado.

 
Às 11:31 da tarde , Blogger SAM disse...

Mui querido amigo,

Finalmente tirei um tempinho para actualizar o meu blog e linkar o teu.
A ver se consegues tirar esse tempinho também ;)

Um abraço.

 
Às 10:58 da manhã , Blogger Elfo disse...

Hoje vou fazer-vos algumas confidências,
Há um livro que está para sair, mas não sai,
Não sei se por acaso ou se por mera coindência,
Mas quando se espera algo duma editora,
Algo em mim, cai e se esvai.

Dou por mim a moer uma raiva surda,
Pois parece que algo se está a perder,
E não acredito mais na sensura,
Pois se alguém mo impede,
Está a fazer com que outros,
Não tenham a possibilidade de o ler.

É apenas o meu desabafo...
Mas isto está a corroer-me por dentro,
E se por acaso tiver de esperar mais,
Vou colocá-lo aqui,
Para que, mesmo correndo o risco de ser roubado,
Possa dar a outros, o enfado,
De se verem de algum modo retratados,
Neste rincão a todos explanado.


Alguém me dá uma idéia de como isto pode ser feito sem ferir as susceptibilidades dos amigos que se comprometeram a publicar o dito cujo?

 
Às 3:40 da tarde , Anonymous Anónimo disse...

Bom dia,

Eu peço desculpa por esta carta enviada ao Sr , eu vou tentar abreviar ao máximo o que me traz aqui.
Esta ideia de lhe escrever, surgiu depois de ler um comentario seu, no blog do Sr José Milhazes.

Eu conheci em 2006 uma mulher da Russia. Apaixonei-me desde a primeira hora.
Visitei-a em Junho de 2006. Tentámos um visto de curta duração em Março deste ano. Pedido recusado com a explicação que ela nunca tinha estado num estado Shcngen, quando o passaporte dela tem varios vistos para diferentes países do espaço Schengen.
Visitei.a de novo em Julho deste ano.
Tentámos de novo um pedido de Visto de Curta Duraçao em Dezembro. Pedido recusado, sem nenhum argumento apresentado ! Isto depois de uma entrevista que fiz com um inspector do SEF.
Parece que é um crime que eu estou a tentar fazer.
A eles disse-lhes que eu, um cidadao português, queria casar com ela.
A Tatiana está à beira de desistir de tudo.

E eu procuro uma saída, nem sei bem onde, para a minha vida.

Eu peço desculpa por este email, mais pareço um maluquinho,que é como estou a ficar actualmente.

Jorge Simões
email: jomasilo@hotmail.com

 

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